segunda-feira, 5 de abril de 2010

RESUMO DE BIO I - SIMULADO - CÁP. 6 E 7

Pessoal, depois do resumo de semana passada algumas pessoas vieram reclamar comigo sobre o tamanho do texto.Infelizmente não consegui fugir do textão de novo. Principalmente por falta de tempo lancei logo aqui o que achei mais completo, mas talvez existam tópicos aqui ainda não trabalhados. Por isso, antes de imprimir o texto, ponha-o no word, leia e deixe somente o que interessa,ok? Desculpa aí pessoal!Lembre-se:

1 - ABRA SEU MICROSOFT WORD


2 - COPIE E COLE O TEXTO DO RESUMO


3 - FORMATE COMO ACHAR NESCESSÁRIO


4 - IMPRIMA


5 - ESTUDE


6 - TIRE MAIS QUE ZERO!

BRIÓFITAS

As briófitas são organismos multicelulares autótrofos, de pequeno porte, a grande maioria não ultrapassa 30cm. Vivem em ambientes úmidos e sombreados; não possuem sistema de vasos condutores.
As características gerais são:
I. A grande maioria das espécies é terrestre de ambiente úmido e sobreado (musgos, hepáticos anthóceros).
II. São plantas avasculares (ausência de vasos condutores); os líquidos são conduzidos por difusão célula a célula.
III. Ocorrem ainda espécies com a Ricciocarpus natans que flutua em H2O doce e a Riccia flutuantes que vivem submersas em água doce.
IV. O musgo do gênero Shpagnum forma a turfa, que funciona como adubo na melhoria solo, quando seco e moído pode ser utilizado como combustível.

PTERIDÓFITAS

As Pteridofitas são atuais, e as outras divisões existentes foram extintas no fim do devoniano e se caracteriza como:
• grande diversidade de formas e habitat; caule, em geral, é um rizoma subterrâneo, exceto em espécies eretas;
• Raízes se formam na porção inferior de um caule aéreo ou na superfície inferior do rizoma;
• folhas ( megáfilos ) são chamadas de fronde e apresentam pecíolo e lâmina, que pode ser inteira ou pinada. A continuação do pecíolo na lâmina é chamada de raque; fixadas à raque e mais ou menos opostas umas às outras, estão pares de folhas chamadas pinas. As frondes jovens são chamadas de báculos e expandem se por desenrolamento;
• na maioria das plantas, as folhas são tanto fotossintetizante quanto esporófilos
esporófilos apresentam na face abaxial pequenos pontos escuros chamados soros , que são reuniões de esporângios. Estes podem ou não estar protegidos por uma película chamada indúsio;
• esporângio eusporangiado: característico de ordens mais primitivas, seu desenvolvimento ocorre a partir de um grupo de células do esporófilo e, portanto, a parede do esporângio é pluriestratificada;
• esporângio leptosporado: desenvolve - se a partir de uma única célula do esporófilo e, portanto, apresentam parede uniestratificada;
maioria homosporada, com protalo monóico e exospórico ( aquáticas são heterosporadas, com protalo dióico e endospórico ).

GIMNOSPERMAS


As gimnospermas são plantas terrestres, principalmente em zonas temperadas (frias), ocorrendo em pequeno número em climas tropicais.
Apresentam metagênese pouco nítida na qual o esporófito é o vegetal verde, complexo e duradouro, e o gametófito, um vegetal muito reduzido e dependente do esporóflto.
Formam flores e sementes, mas nunca produzem frutos. Daí o nome gimnosperma (gimnos = nu + sperma = semente).
Não dependem de água para a fecundação.
Organização do esporófito
As gimnospermas são vegetais lenhosos de aspecto arbustivo ou arbóreo, neste caso formando árvores de grandes dimensões, como ocorre com as sequóias e os pinheiros. Não existem formas herbáceas.
O esporófito possui raiz, caule, folha, produzindo flores e sementes.
As raízes geralmente são do tipo axial ou pivotante.
Os caules pertencem ao tipo tronco, crescem em espessura, por atividade dos meristemas secundários: felogênio e câmbio.
As folhas são reduzidas em forma de escamas; são perenes e adaptadas a ambientes secos (xerófilas). As características xerofíticas dessas plantas são induzidas pelo frio.
Organização dos gametófitos
Os gametófitos são dióicos, reduzidos em tamanho, tempo de vida e complexidade e dependentes do esporófito. Os gametófitos, na verdade, desenvolvem-se dentro dos óvulos produzidos nas inflorescências femininas.
O gametófito masculino é o tubo polínico ou micivpn5talo, responsável pela formação dos gametas masculinos. Em Cycadinae e Ginkgoinae os gametas são antemzóides. Nas Coniferae os gametas masculinos são as células espermáticas contidas no tubo polínico.
O gametófito masculino é o saco embrionário ou macroprótalo, contido no interior do óvulo, que forma arquegônios rudimentares e oosferas como gametas femininos.
Estruturas dos órgãos reprodutores e reprodução
Os estróbilos ou inflorescências são unissexuados; as plantas podem ser monóicas (pinheiro europeu) ou dióicas (pinheiro-do-paraná). As flores se reúnem em inflorescências masculinos (estróbilo ou cone macho) e em inflorescências femininas (estróbilo ou cone fêmea), que recebem o nome de pinhas.
Estróbilo macho: consta de um eixo em tomo do qual se inserem os microesporofilos formadores dos microesporângios (sacos polínicos), dentro dos quais encontramos os grãos de pólen (micrósporos). O grão de pólen é pluricelular e tem duas membranas, uma interna (intina) e outra externa (exina). A exina forma expansões cheias de ar (sacos aéreos). No interior do grão de pólen encontramos a célula geratriz, a vegetativa e as células acessórias.
A polinização é realizada exclusivamente pelo vento, fenômeno conhecido por anemofilia.

Estróbilo macho.
Estróbilo fêmea: consta de um eixo em tomo do qual se inserem os megaesporofilos (folhas cai-pelares), que se encarregam de produzir óvulos, em número variável.

Estróbilo fêmea.
Estrutura do óvulo: o óvulo é revestido por único integumento. Abaixo da micrópila situa-se a câmara polínica destinada a receber os grãos de pólen. O integumento reveste o megasporângio. Uma célula do megasporângio sofre meiose, dando quatro células haplóides, das quais três degeneram e a que persiste (megásporo) divide-se por mitose e acaba por formar o megaprótalo (gametófito fêmea). Este forma arquegônios muito rudimentares e dentro deles aparecem oosferas.

Desenvolvimento do óvulo de gimnosperma.
Polinização: feita pelo vento (anemofilia), o grão de pólen é transportado até a câmara polínica, onde germina.
Formação do tubo polínico: as células acessórias envolvem as células do grão de pólen, formando a parede do tubo polínico. A célula geratriz divide-se, dando origem a dois núcleos espermáticos (gametas masculinos).

Formação do grão de pólen.

Formação do tubo polínico.
Fecundação: a presença de várias oosferas no óvulo permite a fecundação por vários núcleos espermáticos de vários tubos polínicos, formando vários zigotos, mas apenas um embrião se desenvolve. (Nas ginuiospermas é freqüente a poliembrionia, mas dos vários embriões formados apenas um se desenvolve.) Após a fecundação, o tecido do megaprótalo (n) forma o endosperma primário, tecido cuja função é acumular reserva (o embrião das gimnospermas possui muitos cotilédones). O óvulo fecundado evolui e forma a semente, que não está protegida pelo fruto.

Organização geral de uma semente de gimnosperma.

Ciclo reprodutor de uma gimnosperma.
Classificação das gimnospermas
Quanto à classificação, as gimnospermas possuem quatro grupos com representantes atuais:
Cicadinae: Os vegetais deste grupo são dotados de um tronco não-ramificado, com folhas geralmente penadas no ápice; são dióicas. Exemplo: Cicas.
Ginkgoinae: Neste grupo, há um único representante atual: Ginkgo biloba, encontrado na China e no Japão.
Coniferae: E o grupo mais importante atualmente. Exemplos: Araucaria, Pinus, Cedrus, Sequola, Cupressus etc.
Gnetinae: Este grupo é representado por: Ephedra e Gneturn.
Importância das gimnospermas
♦ As gimnospermas são muito utilizadas como plantas ornamentais em jardins residenciais e públicos. Algumas plantas do gênero CyCas (palmeirinhas-de-jardim) fornecem amido para a confecção do sagu).
♦ Fornecem madeira para a construção e fabricação de móveis.
♦ A madeira é utilizada na fabricação de papel.
♦ A resina dos pinheiros é utilizada na fabricação de desinfetantes e na perfumaria.
♦ O pinheiro Abies balsamea fornece o bálsamo-do-canadá, utilizado na preparação de lâminas nos laboratórios de análises.
♦ Os pinheiros chamados cedros-do-líbano possuem madeira muito resistente que era utilizada na construção naval. O famoso templo de Salomão foi construído com madeiras desse pinheiro.
♦ Alguns pinheiros como a araucária do sul do Brasil produzem sementes comestíveis, conhecida por pinhões.
♦ Alguns pinheiros do gênero Pinus produzem a terebintina, utilizada como solvente na fabricação de tintas e vernizes, além de outras aplicações.
♦ O âmbar é uma resina fóssil de coníferas.


ANGIOSPERMAS


As angiospermas são as plantas mais evoluídas e complexas que vivem atualmente na Terra. Estes vegetais produzem raízes, caules e folhas, órgãos da vida vegetativa. Na época da reprodução, produzem flores, frutos e sementes.
As angiospermas (do grego aggeion, vaso, e sperma, semente) compartilham uma série de características com as gimnospermas. Dentre elas, destacam-se a reprodução por flores (fanerógamas) e a produção de sementes (espermatófitas). A flor das angiospermas é bem diferente da flor das gimnospermas e caracteriza-se por ser mais aparente e com estrutura complexa. No entanto, a grande novidade evolutiva e exclusiva das angiospermas é a presença de um fruto envolvendo a semente.
A maior parte das espécies de plantas superiores enquadra-se na divisão das angiospermas, que engloba uma imensa diversidade de formas vegetais, desde árvores de grande porte, como os baobás e eucaliptos, até as ervas mais comuns nos campos e no solo das matas. Algumas espécies, como as orquídeas, ostentam flores soberbas, enquanto outras, como os cereais, as hortaliças, os tubérculos e as árvores frutíferas, são básicas para a alimentação humana.


Características gerais
As angiospermas constituem uma das duas grandes divisões em que se repartem as plantas superiores (com flores e sementes) e se denominam fanerógamas; a outra divisão é a das gimnospermas, cujas sementes estão contidas numa escama e não em ovário. Essas árvores, como os abetos e ciprestes, são pouco comuns no Brasil.
A flor: A flor das angiospermas corresponde a uma estrutura formada por vários elementos cujo objetivo é a reprodução da espécie.Em geral, ao observar uma flor, identificam-se os seguintes componentes: pedúnculo, receptáculo, cálice, corola, androceu e gineceu.
A forma e a vistosa aparência das flores variam enormemente de uma espécie a outra. As plantas anemófilas, apresentam flores simples, sem perianto (corola e cálice) vistoso, e sementes providas de asas. As plantas que praticam a polinização entomófila, têm flores vistosas, muitas de grande beleza, como as orquídeas, rosas e dálias, acompanhadas às vezes dos chamados nectários, órgãos produtores de essências que as dotam de delicados aromas.
Reprodução: As angiospermas, assim como outros grupos vegetais, caracterizam-se por um ciclo de vida com alternância de gerações: a geração diplóide, o esporófito, reproduz-se por meio de esporos, e a geração haplóide, o gametófito, reproduz-se por meios de gametas.
Nas fanerógamas, a alternância de gerações é pouco evidente, já que o gameta surge na flor do esporófito. O gametófito é muito reduzido e tem uma duração muito curta quando comparada ao esporófito. Apresenta-se como uma estrutura sem pigmentação verde, cuja nutrição é garantida pelo esporófito, sobre o qual se desenvolve.
Já nas briófitas e nas pteridófitas, o gametófito é uma estrutura independente e fotossinteticamente ativa.
Fecundação: A fecundação depende inicialmente da transferência dos grãos de pólen desde as anteras até a abertura superior dos carpelos. Esse processo denomina-se polinização e depende de um meio de transporte para os grãos de pólen. Quando o meio utilizado for o vento, a polinização denomina-se anemofilia. Quando o agente polinizador for um inseto, entomofilia, e quando for uma ave, ornitofilia, dentre outros.
Assim como as gimnospermas, as angiospermas também são denominadas sifonógamas pela participação do tubo polínico no encontro dos gametas masculinos e femininos. Para que a fecundação ocorra, o tubo polínico libera as duas células espermáticas, esse processo é denominado dupla fecundação e é característico das angiospermas.
A semente e o fruto: A partir da dupla fecundação, tem início uma série de modificações que culmina na formação da semente e do fruto.
O conjunto formado pelo embrião, pelo endosperma e pelo tegumento corresponde à semente. A semente é derivada da fusão dos gametas masculinos e femininos e também de tecidos do óvulo. Portanto, contém tanto células do novo como do antigo esporófito. Logo após a formação, a semente entra num estado de metabolismo reduzido denominado dormência.
A semente é uma estrutura temporária que protege o embrião contra a falta de água e a ação de predadores, além de aumentar as chances de dispersão.
Paralelamente à formação da semente, as paredes do ovário iniciam um processo de crescimento que origina o fruto, que é o próprio ovário desenvolvido, também denominado pericarpo. O fruto é formado pelas seguintes partes: epicarpo (casca), mesocarpo (polpa) e endocarpo (polpa em contato com a semente).
Quando a semente é liberada da planta e atinge o solo em condições favoráveis ao seu desenvolvimento, ela sai da dormência, germina e constitui uma plântula que originará uma nova planta.
Sistemática
As angiospermas são representadas por uma única divisão: Anthophyta. Apesar disso, correspondem ao grupo mais diversificado de todas as plantas, com aproximadamente 250 mil espécies, que distribuem-se por todo o mundo e ocupam os habitats mais distintos, do Ártico aos trópicos, passando por matas, desertos, estepes, montanhas, ilhas, águas continentais e oceânicas. Sua importância econômica é fundamental, já que as angiospermas incluem a maioria das espécies arbóreas utilizadas pelo homem, todas as plantas hortícolas, as ervas produtoras de essências, especiarias e extratos medicinais, as flores, os cereais e uma grande quantidade de espécies das quais são obtidos numerosos produtos de interesse industrial.
As angiospermas subdividem-se em dois grupos: dicotiledôneas e monocotiledôneas. As primeiras se caracterizam por apresentarem um embrião com dois cotilédones ou folículos. Nas dicotiledôneas desenvolvidas, o caule experimenta crescimento em grossura, existe uma raiz principal, da qual partem ramificações secundárias, e a nervação das folhas apresenta-se também ramificada, a partir de uma via central. Por sua vez, as monocotiledôneas, como seu nome indica, têm um único cotilédone no embrião. Nos espécimes desenvolvidos não existe crescimento em grossura (crescimento experimentado contudo, mas de modo diferente do que ocorre nas dicotiledôneas, por algumas espécies que têm porte arbóreo), as raízes se apresentam em feixes da mesma extensão e grossura e as folhas estão sulcadas por nervuras paralelas.
A origem das angiospermas parece residir em algumas ordens de gimnospermas arcaicas, como as das cicadales e cordaitales. Seus representantes mais antigos procedem do período jurássico, na era mesozóica.
Dicotiledôneas: As dicotiledôneas formam o grupo mais numeroso das angiospermas, no qual se destacam, pelo interesse das plantas que as integram, as seguintes ordens: fagales, salicales, urticales, magnoliales, ranunculales, papaverales, cariofilales, capparales, cactales, cucurbitales, rosales, fabales, mirtales, cornales, ramnales, scrofulariales, lamiales e asterales.
A ordem das fagales inclui espécies arbóreas de notável desenvolvimento, em especial nas regiões temperadas. Algumas, como a faia e o castanheiro, são típicas de zonas climáticas frias e úmidas; outras, em contrapartida, vegetam em zonas bem mais secas, como acontece com o carvalho e o sobreiro.
Na ordem das salicales encontram-se árvores caracterizadas por uma ampla área de dispersão e nítida preferência por terrenos úmidos, como o chorão e o choupo.
A ordem das urticales é composta tanto por árvores, como a amoreira, a figueira e o olmo, quanto por espécies de crescimento herbáceo, entre as quais a urtiga e o lúpulo.
A ordem das magnoliales reúne espécies arbóreas ou arbustivas que constituem a base morfológica a partir da qual se desenvolveram as demais angiospermas. Acham-se entre elas a magnólia, a canela e o boldo.
Na ordem das ranunculales destacam-se algumas espécies herbáceas conhecidas pelos princípios tóxicos que contêm, como o ranúnculo, o acônito e o heléboro, e espécies floríferas de pequeno porte como a anêmona e o delfínio ou esporinhas.
São também herbáceas muitas das integrantes da ordem das papaverales, como as papoulas silvestres, fornecedoras de matéria-prima para a extração do ópio e seus derivados. Na mesma ordem há árvores como o pau-d'alho, arbustos que fornecem condimentos, como a alcaparra, e espécies ornamentais odoríferas, como o resedá.
Na ordem das cariofilales agrupam-se muitas espécies herbáceas que também têm interesse do ponto de vista ornamental, como o cravo, ou alimentício, como a acelga, o espinafre e a beterraba.
Importantes para a alimentação humana são ainda certas espécies da ordem das capparales, como a couve, o rabanete, o nabo e a mostarda.
As cactales congregam a importante família dos cactos, plantas adaptadas aos climas desérticos e que acumulam água em seus tecidos. Já na ordem das cucurbitales estão contidas importantes espécies hortícolas, como a abóbora, o melão, a melancia e o pepino.
Da ordem das rosales fazem parte as roseiras, o morangueiro e as árvores frutíferas de ocorrência mais comum nas regiões temperadas, como a macieira, a pereira, a cerejeira, o marmeleiro, o pessegueiro e o damasqueiro. A ordem das fabales, identificada antes com a das rosales, pelas afinidades que as ligam, é composta por espécies como o trevo e a alfafa, além de outras destinadas à alimentação humana, como o feijão, a ervilha, a fava, o grão-de-bico e o alcaçuz.
Entre as mirtales incluem-se os eucaliptos, grandes árvores nativas da Austrália que se dispersaram por todo o mundo graças à rapidez com que crescem, facilitando assim a extração de madeira. Na ordem das ramnales, cabe mencionar, por sua importância para o homem, a videira, planta de que foram obtidas inúmeras variedades e de cujos frutos fermentados se obtém o vinho.
A ordem das scrofulariales compreende a família das solanáceas, na qual há várias espécies alimentícias, como a batata, o tomate, a beringela, e outras de grande importância econômica, como o fumo, ou medicinal, como a beladona e o meimendro.
Entre as lamiales há plantas herbáceas de ampla área de dispersão, como a digital ou dedaleira, da qual se extrai um princípio ativo muito tóxico, usado no tratamento de doenças cardíacas. Na mesma ordem estão ainda agrupadas plantas aromáticas como a menta, a sálvia, o tomilho e o orégano.
A ordem das asterales conta por sua vez com a grande família das compostas, integrada por espécies como o cardo, a artemísia, a margarida, o crisântemo, a calêndula e o girassol.

Monocotiledôneas: No grupo das monocotiledôneas, é menor o número de ordens, convindo mencionar entre elas, pelo interesse das espécies que englobam, as seguintes: liliales, iridales, orquidales, bromeliales, poales e arecales.
A primeira delas inclui plantas aquáticas, como os juncos, e plantas bulbosas, quer comestíveis como o alho e a cebola, quer ornamentais pela beleza das flores, como a açucena, o narciso e a tulipa. Na ordem das iridales há igualmente diversas plantas ornamentais, como o gladíolo e a íris.
Entre as orquidales ressalta a família das orquídeas, nativas em sua maioria dos trópicos e apreciadas pela beleza invulgar de suas flores. Algumas espécies, como a baunilha americana, assumiram grande importância econômica.
Também a ordem das poales inclui espécies de importância fundamental para o homem: as da família das gramíneas, entre as quais se destacam os cereais mais comuns na alimentação.



CC

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